Somos feitos de tantos sentimentos! Uns até se embolam dentro da gente nos confundindo. Pois não sabemos dar nomes a todos os sentimentos que há dentro de nós! Na verdade na língua portuguesa, podemos detalhadamente especificar mais de duzentos sentimentos que o homem possui.
A psicologia trabalha dentro dos mais importantes, mas não descarta os outros que sentimos, embora não saibamos classificar os que realmente sentimos, costumamos taxativamente nomeá-los com palavras mais usuais como: felicidade - tristeza; amor - ódio; bom e ruin. E por aí vamos reduzindo os sentimentos em pequenas palavras que habituamos a falar.
É por esse motivo que as pessoas fazem escolhas, por muitas vezes erradas na vida. Por não saberem ao certo o que sentem, elas amam estando apaixonadas, ficam com raiva estando com ódio, ficam tristes estando decepcionadas - Está certo que alguns são bem parecidos - não excluo nenhuma hipótese da difusão entre eles - más "paixão“ não tem nada a ver com “amor” e “saudade” nada a ver com “carência”; “remorso” nada a ver com “arrependimento!” – Pois as conseqüências destes, embora sintomaticamente parecidos, apresentam resultados muito diferentes. Entendeu.. agora?! Bom, é apenas uma teoria, mas baseada, é claro, em fatos bem reais e muito comuns.
Estamos diante de uma turbulência emocional que acontece dentro da gente! Por exemplo: Quando Jesus pergunta a Pedro: Pedro! tu me amas? - ele responde: sim Senhor - eu te amo! Más embora Pedro tivesse a certeza de que amava Jesus, Ele sabia que o sentimento de Pedro se limitara em alguns bem semelhantes. Talvez de temor, admiração, fé e muitos outros. Mas Jesus não o perguntou sobre nenhum desses, pois sabia realmente o que Pedro precisava e o que sentia por ele.
Cheguei à conclusão de que levamos tempo para amarmos alguém! E esse sentimento tem de nascer inerente a outros sentimentos que levamos na bagagem do nosso coração e da convivência entre ambos. Admiração, amizade, respeito... são apenas alguns que podemos descrever. Mas Jesus teve que perguntar três vezes, até outro sentimento – “tristeza” - mostrar a Pedro que ele amava a si próprio e não à Jesus como a si mesmo!. rs..
Legal esse raciocínio não é?! eu gostei bastante! - E agora? que tipo de sentimento expresso? Vaidade, orgulho ou auto-suficiência? Modéstia?! Quem sabe né? talvez todos! Talvez nenhum destes! rs..
Acho que preciso de um médico! Quer dizer: de um Psicólogo! - que seja! Precisamos de Jesus - Ele é tudo que conseguimos expressar de bom em nós! - isso é fato! E não há dúvidas quanto a isso! rs.. Abraços! E até outro pensamento!
Bruno Rangel
Nenhum comentário:
Postar um comentário